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quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Mais de 1.300 pessoas morreram no ataque químico na periferia de Damasco
Mais de 1.300 pessoas morreram no ataque químico na periferia de Damasco
Um dirigente da oposição síria, afirmou que a chacina representa um golpe de misericórdia nas esperanças de achar uma solução política para o conflito na Síria
Publicação: 21/08/2013 10:50
A oposição síria acusou nesta quarta-feira (21/8) a comunidade internacional de ser cúmplice, pelo silêncio, do ataque com armas químicas realizado pelo regime sírio na periferia de Damasco, o que teria causado a morte de mais de 1.300 pessoas.
Homem afetado por gás químico respira por máscara de oxigênio em Damasco (Fadi al-Dirani/Shaam News Network/Reuters)
Homem afetado por gás químico respira por máscara de oxigênio em Damasco
Em uma coletiva de imprensa em Istambul, George Sabra, um dirigente da oposição síria, afirmou que essa chacina representa um golpe de misericórdia nas esperanças de achar uma solução política para o conflito na Síria.
O regime de Damasco e o exército negaram categoricamente a denúncia da oposição. "As alegações de uso de armas químicas pelo exército sírio em áreas da província de Damasco são nulas, vazias e totalmente infundadas", afirmou o exército em uma declaração lida por um oficial na televisão estatal.
o Reino Unido reagiu afirmando que vai levar ao Conselho de Segurança da ONU as alegações da oposição síria sobre o uso de armas químicas por parte do regime.O ministro das Relações Exteriores, William Hague, disse estar profundamente preocupado com as informações da oposição sobre a morte de centenas de pessoas. O presidente francês, François Hollande, também vai pedir que a ONU envie seus inspetores à área do ataque para verificar se houve uso de neurotóxicos contra a população síria, segundo a porta-voz do governo, Najat Vallaud-Belkacem.
O chefe da oposição síria igualmente exigiu uma reunião urgente do Conselho. "Peço ao Conselho de Segurança da ONU que realize uma reunião urgente para assumir suas responsabilidades ante esta matança", afirmou Ahmad Jarba ao canal Al-Arabiya.
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