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sábado, 24 de agosto de 2013
Polícia Federal desocupará residencial Nova Terra
Polícia Federal desocupará residencial Nova Terra
Ocupantes que estão irregularmente casas do Programa Minha Casa, Minha Vida serão retirados por uma força tarefa composta por 400 homens de diferentes órgãos na próxima segunda-feira
Publicação: 24/08/2013 10:55 Atualização: 24/08/2013 11:00
Policiais Federais constataram que algumas pessoas já deixaram o local e outras estão depredando os imóveis antes de sair das casas (GILSON TEIXEIRA/OIMP/D.A PRESS)
Policiais Federais constataram que algumas pessoas já deixaram o local e outras estão depredando os imóveis antes de sair das casas
“Seja com resistência ou não, vamos desocupar as casas do Nova Terra e cumprir determinação judicial de reintegração de posse”. Com este discurso o Superintendente Regional, em exercício, da Polícia Federal, Alexandre Lucena, informou como será a ação de retirada das pessoas que ocupam irregularmente o Residencial Nova Terra, em São José de Ribamar, que faz parte da segunda etapa da Operação Zodíaco que começa na segunda-feira e tem até o dia primeiro de setembro como prazo de previsão para retirar todos os invasores.
Com a presença da Coordenação de Contenção de Distúrbios Civis da Polícia Federal vinda de Brasília especialmente para lidar com a desocupação do conjunto habitacional e com a presença de mais de 400 homens das policias federal e militar, assim como membros do Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão, Serviço Móvel de Urgência, Grupo Tático Aéreo, Cavalaria e Batalhão de Choque participarão da operação. As secretarias de assistência social (de São José de Ribamar, São Luís e do Estado) e funcionários da Caixa Econômica Federal também vão integrar a operação da próxima segunda-feira.
Segundo Lucena mais de 50% das casas já foram desocupadas e restam pouco mais de 1.500 residências para serem reintegradas. “Existem as pessoas que realmente necessitam das residências para morar, mas existem também aquelas que se aproveitam do momento. Sabemos da realidade de cada um, mas temos que cumprir a lei e a determinação da Justiça”, avaliou o superintendente.
Monitoramento de vândalos
De acordo com o monitoramento feito pela PF foi constatado que algumas pessoas já estão deixando o local e outras estão depredando os imóveis antes de sair das casas. Algumas residências já tiveram portas, janelas, pias, telhados e até mesmo o forro levado por alguns invasores.
O Superintendente em Exercício da Polícia Federal, Alexandre Lucena disse que todo o aparato logístico será utilizado para tornar a operação mais branda possível. “Estamos tentando fazer isso da maneira mais humana e menos traumática. A Polícia Federal não tem interesse em travar confronto com os populares," acrescenta.
O delegado federal também destacou a ação de identificação e prisão das pessoas que tem depredado as residências e furtado objetos de cada uma delas (portas, janelas, etc), assim como dos indivíduos que comprarem esses materiais. “Serão presos por furto qualificado quem for identificado furtando partes das casas e por receptação dos que comprarem esses materiais. Estamos monitorando e vamos prender cada um dos vândalos que estiverem cometendo este tipo de crime”, enfatizou.
Conflito iminente
Apesar dos esforços das forças de segurança para evitar o confronto com os ocupantes do residencial Nova Terra, em São José de Ribamar, tudo indica que haverá resistência por parte de alguns invasores. A confirmação foi feita por Paulo Sampaio, um dos representantes da comunidade que está morando de forma inadequada na localidade.
Segundo Paulo informou, por telefone a reportagem de O Imparcial, muitos moradores preferem o confronto com a polícia do que a saída das casas. “A maioria vai ficar e resistir a desocupação. Eu tenho procurado dizer que devemos deixar as casas e sair pacificamente, mas a maioria realmente não tem para onde ir e dizem que vão resistir”, confirmou um dos líderes da associação de moradores.
Mais uma vez o porta-voz dos ocupantes do residencial em São José de Ribamar levantou dúvidas sobre a autenticidade dos sorteios realizados. “São famílias que não se enquadram no perfil do programa (Minha Casa, Minha Vida) e que ostentam condições financeiras claras. Uns tem Corola, outros tem Hilux, mas o certo é que eles só querem as casas para passar fins de semana. Nós queremos as casas para vivermos com nossa família e não para festinhas”, lamentou Sampaio.
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