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sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Vereadores autorizam leilão de cinco áreas
Vereadores autorizam leilão de cinco áreas
Desta vez, são cinco terrenos industriais, que somam 74,7 mil metros quadrados; proposta mais uma vez gerou polêmica
Grupo de manifestantes foi ontem à Câmara para protestar, mas projeto foi aprovado normalmente
Em um período de apenas três semanas, a Câmara de Americana aprovou em regime de urgência especial o segundo projeto de lei que autoriza mais um leilão de áreas públicas. Desta vez, são cinco terrenos industriais, que somam 74,7 mil metros quadrados e vão render R$ 26,8 milhões para os cofres municipais. A aprovação da matéria, mais uma vez, gerou protesto do movimento Pula Catraca, que reagiu com apitaços, gritos de ordem e cobranças direcionadas aos vereadores.
A bancada de oposição também reagiu com críticas ao prefeito Diego De Nadai (PSDB) e sua base aliada na Câmara. "Toda semana tem um projeto de leilão de áreas públicas nesta Casa", lamentou o vereador Adelino Leal (PT). "Em vez de Prefeitura, estou achando que virou a imobiliária Javerte Galassi". O vereador Celso Zoppi (PT) considerou que a iniciativa da administração é vergonhosa. "A Prefeitura vai ficar se desfazendo de áreas públicas que são da coletividade. E estranhamente quem arremata as áreas nos leilões são credores da Prefeitura", disparou.
O vereador Marco Antonio Alves Jorge (PDT) lembrou que a administração tem feito de tudo para levantar recursos. "É uma tragédia vender tudo para gastar fazendo propaganda na Globo ou desmanchando paredes do hospital", argumentou. Já o vereador Moacir Romero (PT) disse que vai questionar judicialmente o leilão de áreas públicas. "Esse é o presente que o prefeito vai dar para o aniversário de Americana. O prefeito não liga para esta cidade, ele está se lichando para o povo de Americana porque ele já conseguiu o que ele queria, que era a reeleição", alfinetou.
ESFORÇO. O líder do governo, Luiz Antonio Crivelari (PSD), fez um discurso que inflamou ainda mais os manifestantes. "O projeto trata de áreas industriais porque a administração quer gerar empregos e riquezas para esta cidade. Não estamos fazendo o papel errado porque a nossa cidade se destaca em qualidade de vida", argumentou. "Para que vamos deixar essas áreas ociosas quando há uma procura sem precedentes por terrenos industriais?", questionou. Crivelari ainda alfinetou os manifestantes ao dizer que o grupo era comandado pela oposição. "O público que está aqui tem dono e tem direção", disparou. "Eu falo em nome da classe trabalhadora, que está pedindo por empresas no país".
Quando se encerraram os primeiros 30 minutos de discussão do projeto, o presidente Paulo Sérgio Vieira Neves (PSC) colocou em votação a prorrogação do tempo, que não foi aprovado pela base aliada. Com isso, a matéria teve que ir a votação. O projeto foi aprovado com 14 votos favoráveis e cinco contrários.
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